Algumas vezes parece que faz muito tempo, e outras, que não aconteceu. Que a pessoa ainda está lá, que parece só um pesadelo.
Leva um tempo até que a gente perceba que realmente tudo mudou e não tem volta. E aí só nos resta sentir saudade e chorar um pouquinho só, para ninguém suspeitar da nossa fraqueza.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
Desventuras em série

Durante
anos lutei contra a desconfiança de que minha mãe estivesse viva em algum
lugar, de que todos soubessem, menos eu – eu via nos olhares ora constrangidos
ora zombeteiros das pessoas.
Os
anos se passaram, ela não veio – talvez porque estivesse mesmo morta – ninguém vem,
ainda que prometam enquanto vivos.
Passados
mais alguns horrores, pensei ter encontrado o amor e a solução dos meus
problemas, o que sonhei por tantos anos, mas novamente a tal felicidade me
escapou pelos dedos.
Encontrei
ainda outro amor, outros tantos problemas e desencontros, e finalmente fui mãe;
e para não perder a viagem, perdi minha outra mãe também – aquela que por
alguns anos esteve comigo com dedicação e amor sinceros.
A
maternidade impõe dedicação, cuidados, conflitos e renúncias. Com acertos e
erros- talvez mais os últimos, fiz minha parte da melhor maneira que pude.
Passaram-se
outros tantos anos e quando pensei ter a
oportunidade de obter companheirismo, percebi que mais uma ilusão caiu por
terra. E ainda fui acusada de nunca apoiar em nada.
Certamente
o mundo exterior é mais acolhedor, pois se usa mascarar o verdadeiro eu e se
mostrar assim uma pessoa adorável.
O
companheirismo está em se valorizar e preservar aquilo que o outro conquistou
com sacrifício. É muito fácil dizer que não nasceu para certas atividades,
especialmente quando alguém as faz por você.
Enfim,
é muito triste saber que talvez não seja possível encontrar alguém que valorize
as mesmas coisas que a gente, mas se tenho mesmo que viver mais, devo que
encontrar um meio de sobreviver (de novo!).
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Monday, 18 de Janeiro de 2010
Escrevo essas memórias em 14 de out de 2011. Ai, que saudade!
Saí do Hostel às 8h, fui até a estação de metrô e tive a desagradável
surpresa da Swiss Cottage estar com as escadas rolantes em manutenção. A
assistente tentou me alertar antes do embarque, mas eu não entendi. Ao passar
pelo bloqueio, entendi, olhei para a moça e disse “Sorry” (provavelmente ela
tenha pensado “sorry para você”. Ah, my bad
English! Por sorte, um gentil cavalheiro me ajudou (coitadinho dele, estavam
muito pesadas as minhas malas).
Esperei um pouco para embarcar por ser horário de pico.
Ao chegar à London Bridge Station, tive a infeliz surpresa de ter mais
escadas para subir com minhas adoráveis malas e um longo caminho até a estação
de train que leva ao Luton Airport. Quase 9h e o train saía 9h06. Consegui o
ticket e fui para a plataforma, mas o train atrasou e saiu às 9h30. Muita neve
em nossas vidas!
Meu vôo era às 11h50, então tinha tempo mais que o necessário.
O check in abriria às 9h20. Cheguei à estação às 11h, pois o trem parou
também no trajeto.
O check in fechava às 11h30 e com a pressão de entrar logo, errei a fila
e fiquei no check in de Tel Aviv (indicada por um funcionário). Chegada a minha
vez, a atendente me informou ser a fila errada. Ao sair da fila, o mesmo guichê
foi aberto para Lisboa. Ainda bem, porque as outras filas eram quilométricas!
Tendo apresentado o nº da reserva, que a atendente de má vontade, me
devolveu, me pediu então o passaporte. Nisso, ela me disse que eram duas malas.
Sim, eu reservei e paguei pela Internet. Foi então que eu descobri que tinha
pago pela bagagem e não pelos quilos dentro dela. Ainda assim, pensei que
pagaria por 5 kg extras, já que o permitido é uma mala de 20kg, e eu tinha uma
de 22 e outra de 23. Nesse ponto da tragédia fiquei sabendo que pagaria por 25
kg extras. Quando fiz a reserva, entendi que pagaria 9£ por outra mala, então
calculei rapidamente que teria que pagar mais 45£, pelos 5 kg a mais. Ela me
disse algo como 25£, então achei bem razoável, já que havia sido informada (ou
pensava que havia sido) que no aeroporto seria mais caro. Paguei e guardei o
canhoto, mas na pressa, não conferi, embora tivesse tido a impressão de que o
valor estava incorreto (muito inglês na minha vida!).
Só me dei conta dentro do avião, que havia pago 250£ e fiquei a viagem
toda, desesperada com o fato de não ter mais 250£ para pagar a bagagem na
volta. Pânico total!
Ao chegar ao aeroporto de Lisboa, fui checar se teria havido um engano e
o funcionário, falando português, disse que era aquilo mesmo e que na volta eu
deveria trazer o máximo de bagagem comigo, até 15kg, pois assim diminuiria o
valor da volta. Falou que lamentava, mas que era aquilo mesmo.
Meio sem chão ainda, perguntei onde ficava meu Hostel e fui de táxi até
lá. Custou 12€(Muito caro!). Só para constar, tem um ônibus no aeroporto, que
passa na Praça do Comércio, que é próxima ao Hostel e custou 4,80€ - só
descobri depois de alguns dias por lá. No Hostel (Lisbon Poets Hostel), que
fica no Bairro do Chiado (Rua Nova do Trindade,2), fui bem atendida, tomei
banho e fui lavar a minha roupa. Como precisava de duas lavagens completas
(roupas brancas e coloridas), cobraram 14€ (outro roubo!). Fui ao supermercado,
comprei água e algumas frutas e conheci um pouco da cidade. Não gostei, talvez
influenciada pelos últimos acontecimentos. Tomei um vinho que vem numa
embalagem igual a do Toddinho (depois explico isso).
Entrei na Internet, deixei um recado para a Alice e enquanto aguardava a
segunda leva de roupas secarem, adormeci e acordei na terça-feira.
Tinha um canadense que é de Montreal e mora em Londres desde set 2008 e
que estava no mesmo quarto que eu (lá os quartos também são mistos).
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
O desânimo

O desânimo
© Letícia Thompson
Deveríamos todos parecer flores no início da primavera. A própria
imagem da vida, abertos, viçosos, esperançosos e sorridentes, muito sorridentes
aos passantes.
Só que a vida é um lutar constante. Quando chegamos prontos para a
batalha, não sabemos ainda como serão as lutas, o que vão exigir, o que vão
tomar de nós. E é assim em várias áreas da nossa vida, que seja física,
espiritual, amorosa, nos nossos relacionamentos com os outros...
O lutar nos cansa; as respostas que tardam a vir nos cansam, as
esperanças prorrogadas ao dia-a-dia podem tornar-se cansativas. A fadiga chega,
o desânimo se apossa de nós e tira nossas forças.
A fadiga psicológica é muito mais perigosa do que qualquer outra
que venha tomar conta de nós. Não basta uma noite de descanso ou uns dias de
férias. Oxalá fosse assim! Muitos dos nossos problemas seriam resolvidos a cada
fim de semana.
Quando nos deparamos com uma situação em que não vemos saída é
inútil continuar se debatendo, isso só vai aumentar o desânimo.
É preciso em certos momentos deixar-se abandonar, não para
desistir, mas para se recuperar as forças, olhar com objetividade, dar-se a
ocasião de reconhecer-se fragilizado e humano e, por isso mesmo, igual a todo
mundo. Há os que nunca perdem a coragem e vontade de lutar, mas ainda não
conheci alguém que nunca tenha tido um momento, nem que seja um momento, de
desânimo. E não é errado, não é anormal.
É apenas nosso ponto de limite e isso é muito individual, por isso
nada de comparações. Ninguém é melhor que ninguém por que parece mais forte e
resistente, as pessoas apenas são diferentes.
Jesus chorou, mas não desistiu de Jerusalém. Ele pediu que o
cálice fosse passado, mas carregou a cruz e foi pregado nela.
Vocês já observaram flores que ficam muito tempo sem água? Elas
murcham, ficam abatidas. Mas em geral é suficiente um copo de água fresca e
logo depois elas reerguem-se, como muitas quando recebem o sereno na madrugada.
Chegam prontas para enfrentar o dia. E é assim conosco.
Que as lágrimas venham, venham sim! E que venham os tempos de
estia! Mas que não morramos de fraqueza, que a noite chegue trazendo o sereno,
que a primavera volte! Quantas e quantas vezes é suficiente levantar um pouco
os olhos para ver que as soluções estavam ao nosso alcance, a gente é que
estava cansado demais para procurar direito.
Disse Jesus: No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo! Eu
venci o mundo.
E se estamos em Cristo e Ele em nós, nenhum obstáculo será
intransponível, nenhuma estrada será longa demais.
Letícia Thompson
domingo, 21 de agosto de 2011
Um pouco de mim nas plantas, nas flores e no estado de espírito.
"Somos criaturas estranhas e muita coisa acaba não fazendo diferença no fim das contas." (do filme Ao entardecer - Evening- 2007)
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Um recado para quem mora em condomínio
Devido ao aumento de atitudes inadequadas por parte de alguns moradores, coloco aqui algumas sugestões para serem avaliadas por todos:
É totalmente inadequado:
· Jogar objetos (chaves ou utensílios) do apartamento para o pátio e vice-versa (uma cópia de chave custa tão barato!);
· Chamar o morador ou familiar, do pátio para o apartamento e vice-versa, ou manter conversação desse modo. (o interfone existe para tal finalidade);
· Usar calçados com salto durante o trajeto pelo apartamento, o que incomoda o vizinho. (deixe na porta do apartamento e coloque ao sair);
· Permitir que as crianças gritem, corram ou façam barulho excessivo, por longo período ou após às 22h (especialmente se não forem moradores); peça aos seus visitantes, com delicadeza, é claro, para seguirem as normas de silêncio do condomínio;
· Atender ao celular, falando alto, durante o percurso de entrada no condomínio até o apartamento ou mesmo no pátio;
· Ouvir som em alto volume. (use fones de ouvido nesse caso);
· Falar alto na porta do apartamento, no trajeto das escadas e entrada do bloco (algumas pessoas estudam e/ou preparam aulas e estão sendo prejudicadas por tais atitudes);
· Falar alto com membro da família, estando um no quarto e outro na cozinha (ninguém precisa ouvir o que as famílias conversam (ou gritam, nesse caso));
· Bater a porta de entrada do bloco ou do apartamento ao entrar ou sair;
· Jogar lixo, pontas de cigarro, papel de bala ou similares pelo pátio e/ou escadas;
Parece intolerância, mas pense se vários moradores fizerem isso ao mesmo tempo, o que será.
Quando nos educamos, respeitamos os outros e somos respeitados por eles. Lembre-se, portanto, de dar o bom exemplo. Faça a sua parte.
É importante lembrar que vivemos em um condomínio e que o espaço não é só nosso, temos que dividir esse espaço e temos a obrigação de mantê-lo harmonioso. Pessoas têm horários diferentes, dormem em horários diferentes: Não é porque você dorme cedo e acorda cedo, que tem o direito de fazer barulho quando acorda. Ou o oposto, você dorme tarde e então se acha no direito de fazer barulho até tarde. Uma pessoa pode ter tido uma noite ruim e precisar descansar um pouco mais. Outra pode ter trabalhado a noite e naturalmente precisará dormir durante o dia. São somente alguns exemplos das necessidades alheias. Pense a respeito.
Na verdade, o que é preciso é ter bom senso. Coloque-se no lugar da outra pessoa e veja como você gostaria de ser tratado.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
As escolhas
As escolhas
Por duas vezes ouvi dizer que alguém morreu de tristeza. Uma dessas pessoas era relativamente próxima a mim.
Essa pessoa de nome A. era rica e muito autoritária. Outra pessoa de nome M. foi trabalhar na casa de A., e ficou por lá por pouco mais de 50 anos. Elas viveram muitas coisas, boas e más, como acontece com quaisquer pessoas que vivam juntas.
Nos últimos anos de vida de M., A. estava tornando-se insuportável, sei lá se pela velhice, ou por ser o jeito dela ser mesmo. Acontece que M. já não tolerava mais suas grosserias e pensava seriamente em deixá-la e seguir com o que lhe restava de vida.
O destino porém, senhor do tempo e dos resgates, fez com que M. falecesse e quando A. foi informada do acontecido, uma enorme apatia tomou conta de seu ser e, tendo se recusado a se alimentar, faleceu um mês após sua companheira de tantas alegrias e pesares.
A outra história que ouvi foi sobre uma moça, que em tempos de guerra, foi obrigada pelos seus algozes, a matar a própria filha e, passado alguns dias também faleceu de tristeza.
A frase: “Cuidado com o que deseja, pois pode conseguir.”, nos alerta sobre o fato de conseguir o que deseja, mas não da forma como se deseja.
Uma mulher sonhou desde a adolescência com um bom marido e filhos, porque isso , uma família, faltou-lhe após o falecimento de sua mãe.
Num determinado momento da vida, após tantos encontros e desencontros, ela encontrou um homem, o qual ela achou ser seu companheiro, pois ela era dessas pessoas que precisam de alguém do lado para suprir suas carências. Mas não foi dessa vez.
De outro relacionamento também conturbado, nasceu seu único rebento e, durante a ausência permanente do seu homem, o amor pelo filhote supriu as necessidades de afeto.
Acontece que os filhos crescem e têm opiniões próprias e necessidades diferentes e em geral são guiados pelo mundo externo, que aparentemente tem tantos atrativos e promessas, que nada mais importa senão suas realizações pessoais.
E como quase sempre acontece, os pais, nesse caso, a mãe, tem as características de nunca apoiar, nem compartilhar, de ser um bicho arisco e autista.
Acontece que não sendo muito evoluído, ♫...o perdão também cansa de perdoar...♫.
Quem acusa de não receber apoio, apóia ou só quer ser apoiado.
Você compartilha com os desejos do outro ou só quer que compartilhem com você, sobre você e você e...você.
Consegue se lembrar da última vez que fez mais do que só lavar uma louça ou limpar a sujeira do cão? Ah, mas isso não é importante, o importante é estar juntos, é compartilhar acontecimentos!
Ah é? Você conhece alguma casa que se limpa sozinha, roupa que se lava e passa sozinha, cão que toma banho sozinho, que lava a própria roupa, cama e utensílios. E um cão que compre ração? Casa que vá ao supermercado e supra as necessidades da família? Que família!?
Desculpe, o amor é bom, mas limpeza é essencial.
O pior de tudo é a cara de não sei o que está acontecendo, não sei o que eu fiz. Eu não percebo que faço isso.
Quando vai notar? Quando espera crescer? Quando vai parar de ser o centro das atenções e acordar para a vida? Quase 22.
Mas você tem mais tempo do que eu!
E você é mais jovem do que eu, tem mais saúde do que eu...,e mora aqui, pelo menos por enquanto!
Enquanto isso expresso minha tristeza e desapontamento, ficando calada e vivendo minha solidão como posso.
E vou limpando, lavando, passando, comprando, cuidando e mesmo perdoando, até quando agüentar.
E tudo o que essa mulher lamenta, é não ter encontrado ainda a pessoa que ela passou a vida procurando. Mas o destino, senhor dos resgates, deve ter um bom motivo para fazer assim. E, se cada um recebe aquilo que merece, não quero nem imaginar o que essa mulher andou aprontando em suas vidas anteriores!
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Sobre Homossexualidade e homofobia
Minha opinião está longe de ser a mais acertada, mas é como eu vejo essa questão que tem causado tanto desconforto em nossos dias.
O relacionamento amoroso entre dois homens ou duas mulheres
não é uma novidade do nosso tempo, eles existem e persistem há séculos.
O fato de uma pessoa sentir atração pela outra do mesmo sexo, não traduz, ao meu ver, uma patologia física. Com todo o respeito que os homossexuais merecem, acredito que tenha mais a ver com um resgate espiritual.
A explicação que mais sensata me pareceu, é a de cunho religioso, que respeita à todos e que não exclui ninguém do amor divino, por ser "diferente" da maioria. Refere-se ao fato de vivermos várias vidas e nelas, alternarmos entre a sexualidade masculina e feminina.
Esse alternar entre ser homem ou mulher, traz como benefício, a razão e a sensibilidade estarem em equilíbrio no ser, independente da sua condição sexual.
Quando ocorre um abuso da condição sexual numa determinada encarnação, (por exemplo, com uma vida sexual desregrada), o desequilíbrio acontece, e o ser volta impregnado pela sexualidade anterior, e isso ocorre até que, por livre-arbítrio, esse ser resolva-se pelo amor e não pelo desregramento.
Da mesma forma ocorre com os desregramentos entre heteros, para que se entenda que não há uma perseguição com um ou outro.
Da mesma forma ocorre com os desregramentos entre heteros, para que se entenda que não há uma perseguição com um ou outro.
Num mundo em que o amor é quase sempre banalizado e o sexo é para muitos, quase uma perversão, não é de se estranhar que haja um desequilíbrio tão grande em termos de amor-sexo.
O resultado não é o amor entre duas pessoas do mesmo sexo e sim, sexo entre duas pessoas do mesmo sexo.
O mundo tem vivenciado uma sede de experimentar novidades e muitas vezes isso se dá apenas por falta de equilíbrio emocional, e não propriamente pela real atração que o mesmo sexo exerce sobre determinada pessoa. Nesse ponto, a mídia tem estimulado essa ocorrência, pois coloca a homossexualidade como luxúria e não como amor, o que evidentemente atrai mais a atenção do público.
O amor vale de todas as formas, enquanto amor. O que fere aos olhos é a banalização, que mesmo nos heteros é repreensível.
O que não justifica, é sair por aí, com atitudes provocativas, gestos exagerados e indumentárias chamativas e bizarras.
O amor se reflete no companheirismo, nas gentilezas e na lealdade, e o sexual, na intimidade do casal. Isso para homos e heteros.
Quanto à homofobia, é o resultado de uma sociedade hipócrita e sem respeito por sua própria raça. Os exageros nunca são bem-vindos, pois respeito é bom e todo mundo gosta!
Quanto à homofobia, é o resultado de uma sociedade hipócrita e sem respeito por sua própria raça. Os exageros nunca são bem-vindos, pois respeito é bom e todo mundo gosta!
sábado, 30 de julho de 2011
Meus filhotes de julho 2011
Como toda iniciante, devo acrescentar que a amarela ficou muito grande, a vinho com amarelo pequena e a colorida finalmente ficou boa. Devo melhorar apenas na costura, que ainda não está ao meu gosto, mas chegarei lá.
A receita é: (para calçados nº 36/37)
Coloque 40 pontos na agulha nº4 e faça
15 carreiras de 2x2 (dois meias, dois tricôs)
15 carreiras M
As 30 carreiras devem medir 12 cm.
Calcanhar D:
15 pontos em meia, vire o trabalho e faça
08 pontos em tricô, vire
9 M vire e 10 T, vire
11 M vire e 12 T, vire
13 M vire e 14 T, vire
15 M vire e 16 T, vire
17 M vire e 18 T, vire
Continue com todos os pontos acompanhando meia e tricô, por mais 18,5 cm (do calcanhar até a ponta do pé)
Ponta do pé: 2,5 cm
· 2p, 2pj, 13p, 2pj, 2pT, 2pj, 13p, 2pj, 2p
· 2p, 2pj, 11p, 2pj, 2pM, 2pj, 11p, 2pj, 2p
· 2p, 2pj, 09p, 2pj, 2pT, 2pj, 09 p, 2pj, 2p
· 2p, 2pj, 07p, 2pj, 2pM, 2pj, 07p, 2pj, 2p
Arremate e costure a meia.
Calcanhar E:
15 T no avesso e no final da carreira, vire e 8 pM
09 T vire e 10 M vire,
11 T vire e 12 M vire,
13 T vire e 14 M vire,
15 T vire e 16 M vire,
17 T vire e 18 M vire,
Continue todos os pontos por mais 18,5 cm, seguindo os pontos tricô e meia.
Se quiser fazer o punho, o calcanhar e a ponta dos pés de outra cor, lembre-se de trocar a cor quando iniciar cada um deles. Na ponta dos pés, conte 10 cm para alterar a cor, fica mais bonito.
Tente obter o contorno dos pés num desenho, quando for fazer uma meia, ela lhe dará o comprimento correto da meia (da sola até os dedos).
Do punho ao calcanhar, faça conforme queira, mais curto ou mais comprido.
domingo, 5 de junho de 2011
Solidão
Muitos motivos para não querer ficar.
Os dias estão sendo todos iguais, durmo tarde, acordo tarde, faço o mínimo para que minha casa não pareça um chiqueiro, estudo inglês, por ser algo que leva tempo e me distrai, assisto tv como se isso ocupasse minha mente e não me deixasse pensar.
Actually, o vazio tomou conta de mim. Não acho graça em caminhar, em ver pessoas, em pedir ajuda, pois sempre acho que ninguém está nem aí pra ninguém. Nenhum amigo, nem conhecido, nem família. A única coisa que tenho é uma cachorra que chora o que eu não consigo e tenta chamar a atenção na mesma intensidade que tento evitar. E eu tenho odiado à ela, o mesmo tanto que odeio a minha carência e desespero. Meu desejo para com ela é o mesmo para comigo, devíamos morrer logo e acabar com essa vida de m____.
Eu não passo fome, tenho uma casa confortável, carro e alguns privilégios,que não considero suficientes para preencher meus vazios. E ainda, o-d-e-i-o quando alguém me diz que tem gente em situação pior, pois vivo me perguntando sobre que têm situação muito melhor, e penso: Por que diabos não posso fazer parte deles?
Chega disso também...
Os dias estão sendo todos iguais, durmo tarde, acordo tarde, faço o mínimo para que minha casa não pareça um chiqueiro, estudo inglês, por ser algo que leva tempo e me distrai, assisto tv como se isso ocupasse minha mente e não me deixasse pensar.
Actually, o vazio tomou conta de mim. Não acho graça em caminhar, em ver pessoas, em pedir ajuda, pois sempre acho que ninguém está nem aí pra ninguém. Nenhum amigo, nem conhecido, nem família. A única coisa que tenho é uma cachorra que chora o que eu não consigo e tenta chamar a atenção na mesma intensidade que tento evitar. E eu tenho odiado à ela, o mesmo tanto que odeio a minha carência e desespero. Meu desejo para com ela é o mesmo para comigo, devíamos morrer logo e acabar com essa vida de m____.
Eu não passo fome, tenho uma casa confortável, carro e alguns privilégios,que não considero suficientes para preencher meus vazios. E ainda, o-d-e-i-o quando alguém me diz que tem gente em situação pior, pois vivo me perguntando sobre que têm situação muito melhor, e penso: Por que diabos não posso fazer parte deles?
Chega disso também...
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Renovação da CNH
2011Quando chega a hora de renovar a CNH é um Deus nos acuda, pois em geral o prazo está em cima e as informações são confusas.
Simplificando tudo, o melhor meio é pelo Poupatempo, que funciona direitinho e é rápido.
1. fazer um pré-agendamento pelo Detran;
2. imprimir o protocolo de agendamento;
3. tirar cópia do RG e CPF
4. tirar cópia de um documento em seu nome que tenha seu endereço (levar também o original, para conferência);
5. levar a CNH anterior;
6. Lembre-se que a renovação pode ser feita um mês antes do vencimento e a CNH serve até um mês depois do vencimento.
Assim sendo, não há desculpas, não é mesmo!
O valor total é de R$86,38 (inclui foto, taxas e exame médico), não leve foto, pois é tirada por eles mesmos.
O pagamento das taxas é no Banco do Brasil (leve em dinheiro, se possível, ou retire nos caixas eletrônicos de dentro do poupatempo).
Eu faço a minha renovação em Guarulhos, onde moro, e levei exatos 20 minutos em toda a operação, numa segunda-feira, quando cheguei às 9h30 e saí às 9h50, com o protocolo de retirada para o mesmo dia, após às 15h.
Vamos reclamar quando não funciona, mas elogiar quando ocorre tudo bem.
Simples assim! Faça também a sua parte!
Tenha um bom dia!
sábado, 7 de maio de 2011
Dias ruins
Há muito tempo que eu perdi aquela alegria pela vida, a crença no amor e a esperança de que as coisas seriam melhores.
Ah, se eu não tivesse tanto medo de que a vida pós vida possa ser ainda pior, eu já teria ido embora.
Na verdade, eu quase nunca me senti parte desse mundo, as depressões sempre me rondaram e me lembraram quem realmente sou.
As conquistas se apagam com a tristeza e o piior é constatar que eu não soube cuidar da minha vida.
Inúmeras vezes fui avisada de que o tempo passaria, mas acreditei na "sorte", na esperança de aparecer alguém especial, em algum momento casual, numa viagem ao exterior, numa mudança que só existiu na minha cabeça. Eu sempre gostei de me iludir e de me enganar com as pessoas. Acho até que comigo mesma.
Hoje estou ficando velha, estou gorda e os sinais de doenças já começam a aparecer. Sofrimento parece ser realmente meu único parceiro certo. Esse sim, me acompanha em todos os momentos da vida.
Eu cansei de buscar respostas, tudo o que eu quero é ir embora, estou cansada de ser o que eu sou....nada.
Eu perdi a fé e ainda assim só ficou o temor de que pode ser ainda pior, caso eu resolva acabar tudo por mim mesma.
Algumas vezes me iludo com algumas coisas, mas no íntimo não acredito mais nas pessoas, não vejo sinceridade e lealdade em ninguém mais. Só interesse próprio.
Uma vez eu disse para uma pessoa que me sentia como o papel Melitta, que é usado e jogado fora. Tenho me sentido ele, o papel.
Eu só quero ir embora!!!!! por favor, eu preciso!!!!!Estou tão cansada!!!!! deixe-me ir, por favor!!!!
sábado, 23 de abril de 2011
As novidades de fevereiro para cá
Na última postagem eu relatava os primeiros acontecimentos do ano.
As coisas mudaram um pouco, embora as dores me incomodem ainda, parece que a gente se acostuma com tudo mesmo.
Uma grande preocupação tem sido com meu aumento progressivo de peso, que gera depressão e consequentemente me faz comer mais. Por conta das dores, não faço exercícios e o círculo vicioso se fecha.
Estou precisando mesmo é de amor e algo que me traga felicidade! Mas parece que algumas pessoas simplesmente não têm direito a alguns privilégios.
É verdade que ao começar a dar aulas numa escola de inglês, minha filha pode me oferecer o curso grátis e isso foi uma motivação.
Poucos dias depois, fiquei sabendo que a escola precisava de alguém para montar uma pequena lanchonete, pois os alunos só tinham uma possibilidade, que além de cara, tinha o atendimento muito demorado. Assim, empolgada, voltei a fazer os pães de mel e alfajores, e numa atitude precipitada, pois não havia recebido o aval final, comprei uma boa quantidade de materiais, refrigerantes e utensílios.
A resposta foi um não, que me deixou sem chão e mais uma vez desapontada com a minha sorte. A esperança veio em forma de trazer doces e tortas e oferecê-las aos funcionários e alunos, em dias de aula, meus e da minha filha. Funcionou e tem funcionado, o que me deixou um pouco mais feliz.
Algum tempo depois, recebi a sugestão de fazer alfajores, 500 ou 600 unidades, para um casamento, em julho. Fiz uma receita inteira em miniatura, para testar a quantidade e fornecer preço. O resultado foi bom e as pessoas gostaram bastante do tamanho. (Nenhuma resposta ainda sobre os do casamento, só para constar).
Agora em tempo de Páscoa, recebi alguns pedidos de Ovos(6) para uma troca entre amigos estudantes, na universidade onde minha filha estuda e com isso, voltei a fazer trufas também. Sou grata pela oportunidade de trabalhar e ganhar algum dinheiro, mesmo com períodos críticos de dor.
O inglês é minha única válvula de escape, é quando eu tenho um pouco de contato com o mundo e suas possibilidades.
Sonho acordada em ganhar na mega-sena e poder morar na Inglaterra ou Escócia, andar pelos parques, andar de bicicleta, ter uma casa grande onde more uma família grande, mesmo não sendo minha, com quem eu possa conversar, crianças para brincar, ler e ensinar coisas simples, sem televisão em excesso, sem internet e sem solidão, mas com paz. Eu me vejo no campo, viajando e conhecendo lugares e pessoas, sem me preocupar com o dinheiro, nem com a má vontade, tendo companheirismo, união e lealdade.
Pois é, de sonho eu entendo! E de dura realidade também!
A forma como vivo não é, nem de longe a vida que eu gostaria de ter. E nem posso me queixar tanto assim. Consegui ter uma filha, minha morada, meu carro, não passo fome, não moro em lugar violento, tenho algumas coisas que muitos não têm. Sou ingrata, não estou feliz!
Talvez seja a falta de Deus, mas não tenho conseguido chegar perto dele. Minha fé está muito abalada. Se ele existir, não vai desisitir de mim. A gente se encontra qualquer hora em algum lugar...
sábado, 12 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Atualizações
Aqui estou novamente para relatar minhas últimas vivências.
Com total sinceridade, sinto muita inveja das pessoas que tem seus filhos pequenos, como a Carol e outras que terão os seus primeiros filhos, como a Nivea.
Essa inveja vem em forma de saudade de estar com a pureza das crianças e ainda pelo meu mais profundo amor por elas.
Já disse inúmeras vezes que é uma pena que crescem, pois eu teria tido mais duas pelo menos. Por esse motivo eu me permito ser egoísta e invejosa!
Numa dessas visitas pelo Facebook, e, ao ler alguns comentários, resolvi pegar minhas anotações sobre o desenvolvimento da Alice e coloquei-as aqui, fazendo pouco sentido, mas divertindo a mim mesma com essas lembranças.
O ano começou com uma viagem a um sítio de amigos nossos, o que não foi exatamente uma boa viagem. O local é próximo,(cerca de 40 minutos), a vista é linda, mas as pessoas, como sempre acontece, não ajudam muito. (ou eu sou muito exigente, ou os dois!). Higiene para mim é muito importante, cooperação também. Pessoas que acham que precisam descansar às custas dos outros, e ficam bebendo , dormindo e comendo, em excesso (não nessa ordem) são um saco. E adolescente narcisista, que tira 500 fotos, de tudo quanto é posição (tipo aquelas poses bizarras de Orkut), é um pesadelo também. Pior ainda é aquele que tudo quanto é assunto, conhece alguém que passou, e sua estória tem que ser a melhor e, claro, sempre tem razão. E ainda, não sabe perder nos jogos, sejam quais forem.
Bom, pesadelos à parte, tinha uma vista linda, como eu já disse, tinha um potrinho muito engraçado, que vinha até a gente para brincar e morder.
Minha cã (Nana), toda feliz, achando que tinha conhecido a Princesa Isabel, saía por todos os lados e se enfiava em todos os matagais, achando que a liberdade lhe sorria. Já não queria mais comer ração, pois meu generoso amigo, dava-lhe carnes e guloseimas aos montes. E a cara de pau, ignorava meus chamados para parar de achar que estavam todos fazendo churrasco só para ela.
Ficou feliz da vida, até ser jogada na piscina e arranhar a Alice, pois nunca se aventurou pelas águas; acha melhor o solo firme.
A melhor parte foi o churrasco, os jogos e o potrinho, onde tivemos bons momentos.
Meu amigo J. é cabelereiro e nós estávamos zuando ele, como sendo Jacques Le Claire....ou algo assim... Super gente fina esse moço!
As coisas sempre podem piorar, então chegou uma conhecida da Alice, vinda do México, que estava com problemas com hospedagem e algumas outras coisas. Sendo filha da Regina, ela se comoveu com a estória e me pediu para alojá-la em nossa casa.
A pessoa começou por pegar alimentos e utensílios, sem pedir. Não me lembro de ter dito que aqui era "a casa da sogra, ou da mãe Joana". Depois de uns dias, vimos que punha os pés no sofá para ler, ocupava o melhor lugar para assistir tv, pedia para olhar na geladeira, pois não queria comer o que estava na mesa (achava que tinha engordado), usava nosso creme dental, nosso sabonete, nossa toalha.
Por fim, meus olhares já extremamente reprovadores, a fizeram deixar a casa. Lamento, mas não tenho dinheiro para sustentar quem vem de outro país, com iphone, computador da Apple, viaja todo fim de semana e não compra nem mesmo uma banana para ajudar , (mas come como adolescente, em fúria de crescimento).
Aprendida a lição, estamos em dias de paz e com a resolução de perder peso (estou em dieta rígida há 3 dias) e com o compromisso de nos tornarmos vegetarianas. Daqui a seis meses faremos exames para saber se está tudo bem e se aguentamos.
Estou lendo "O Misterioso caso de Styles" de Agatha Christie; fazendo fisioterapia, pois estou com pequenas hérnias de disco e artrose, na coluna; e a Alice vai dar aulas de inglês numa escola chamada "Seven".
Acho que é tudo, por enquanto!
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Alice no 2ºsemestre de 92
Mais peripécias:
- desenha rostos e dá-lhes nomes;
- agora tenho que contar estórias e fazer carinho no "belinho"=cabelos;
- meu irmão S. passou alguns dias conosco e provocava-a dizendo que levaaria a vó e eu embora. Ela reage com grande protesto e ciúme;
- continua prestativa, quer ajudar a varrer, enxugar a louça, transportar objetos e, em tudo o que eu estiver fazendo, acha um jeito de "colaborar";
- sabe a música do caminhão do gás que a gente odeia, pois é, ela adora e corre para vê-lo quando a música começa;
- o cachorro é sua maior vítima no momento; não o deixa em paz;
- pega o lápis corretamente, identifica o que falta numa figura humana, como o olho, o nariz ou a boca, por exemplo;
- adora comer cebola, mamão, azeitonas, pizza, sopa e principalmente laranja (tem a quem puxar!...);
- eu a amo muito!
- descobriu o batom e o quer à toda hora;
- faz a letra "A" corretamente;
- coloca a "xixica" nos desenhos e se diverte com isso;
- identifica a cor amarela;
- descobriu o "pipi" do cachorro e está dando um trabalho enorme com sua curiosidade e teimosia em mexer nele;
- aprendeu a colocar no canal da TV Cultura, onde passam seus programas preferidos;
- quando alguém me cumprimenta, exige que a cumprimentem também;
- reza pro Papai do Céu, Mamãe do Céu, Anjo da Guarda e pede por todos a quem conhece, um por um. (Bonitinha!)
- em Setembro fui chamada para voltar a trabalhar e ela sentiu muito. Chorava todos os dias quando eu saía. (dorzinha!)
- ficou com um resfriado que não se curou facilmente;
- Reencontrei com o pai dela e parece que meus sentimentos não mudaram. Mostrei a foto dela e ele pediu para levar para casa. Nos encontramos de novo no dia seguinte e tivemos um affair no BP. (ele devolveu a foto dela). Soube que ele se mudou de Moema para a Aclimação, foi reprovado no primeiro ano de Mecatrônica e passou para Civil. Está montando computadores para ter alguma renda. Houve outro suicídio (uma garota da faculdade conversou com ele sobre problemas existenciais e...) Ele chorou ao me contar isso!
- A família dele ainda não sabe da existência da nossa filha! Isso é muito cruel...
- Começou a escolinha em 13 de outubro. A professora (tia Sú=Suzely); a do ballet (Luciana) são queridas por ela;
- Os amiguinhos são: Bruna, Gisele, Gabriela, Wilson, André, Tiago e Artur (os que ela fala mais).
- Temos uma nova empregada (Mari);
- Canta músicas da escolinha: "Boboletinha, tá na cozinha, fazendo chocolate pra "mamadrinha" poti, poti, perna-de-pau, olho de vidro e nariz de pica-pau, pau-pau". "O sino já tocou, a mamãe tá esperando, até logo para todos, amanhã eu vou voltar. No céu as estrelas, no chão as palmeiras, no meu coração a bandeira brasileira";
- Reconhece as cores amarela, roxa. Em Dezembro já sabe todas.
- O resfriado passou em novembro (emocional, mesmo!);
- está muito ligada à mim e quando estou por perto, não aceita que ninguém faça as coisas para ela;
- deu para agredir a vó, o tio ou a Mari e sorri para mim com a maior naturalidade, como se só eu fosse boazinha pra ela (menina, menina, toma a sua linha hein!)
- na escola é cooperativa e meiga;
- fez uma apresentação de Natal muito graciosa com seu grupo do maternal.
- Mês de muitas mudanças na coerência verbal (hahaha) "se você "peçar" outra vez eu não dou"; "a gente pedimos", "a gente vamos" ( mas já aprendeu que "a gente vai" e "nós vamos";
- Reclama do "Diago" (Tiago), todos os dias, quando chego do trabalho;
- também pede que lhe traga uma "surpresa" todos os dias (se contenta com uma bala);
- Está se alimentando melhor e geralmente está dormindo quando eu chego. Snif! Snif!
- Ainda diz: "Macarujá", "Cheverante", "Pithia".
- escolhe a roupa que vai vestir, veste-se sozinha e se irrita muito quando não consegue;
- não quer mais guardar os brinquedos quando vai dormir e chora demais quando contrariada;
- Voltou a fazer a xixi na roupa de dia e de noite. (lá vamos nós...);
- No Natal ganhou presentes do Papai Noel: dominó de madeira, blocos de madeira para montagem, um jogo de memória, uma boneca Xuxa, uma boneca esportista, uma ursinha de pijama e uma gatinha de pelúcia (que esqueceu no registro da água, perto do portão e roubaram (chorou por muito tempo, inconformada). Gosta mais do jogo de memória e dos blocos de montar cidade;
- Está em férias e pergunta todos os dias quando voltam as aulas.
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