quinta-feira, 29 de julho de 2010

Bad news







“Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos ganhar por medo de tentar."
(William Shakespeare)



Estes últimos dias têm sido difíceis e a depressão anda rondando o meu ser, já tão sujeito aos seus domínios.
É extremamente dolorido ver tanta tristeza nos olhos da minha filha, que sofre uma grande decepção de amor.
Eu acabo por partilhar dessa dor, pois vem de alguém querido por mim também, mas nada posso fazer além de estar ao seu lado e ser solidária com ela.
Entretanto, venho me sentindo a cada dia mais frágil e ontem culminou com o fato de não ter passado num concurso para trabalhar no SESC. Não sei se é pela minha idade, ou é pelo fato de ser menos inteligente do que pensei, pois acreditei  ter ido muito bem na prova. Nós estamos com dificuldades financeiras. Preciso terminar de pagar o apto para ter uma folga no orçamento.
Nada tão sério que não tenhamos o que comer, mas sério a ponto de ter que desistir do Inglês e não poder comprar nada novo, pois tive que fazer um empréstimo de um ano para saldar as dívidas maiores.
Quando me ergo um pouco e tenho esperança de algum progresso, volto a estaca zero e tá difícil acreditar que tudo vai acabar bem, após alguns fracassos.
Não tenho a mínima disposição para fazer mais pães de mel e alfajor e/ou trufas e sair por aí vendendo. Gosto de fazer, mas não tenho a mínima vontade de sair por aí oferecendo. Sei que é orgulho, mas caramba, eu estudei tanto, leio e escrevo bem, não acho justo ter que fazer esse tipo de coisa.  É humilhante para mim. Sei que estou errada, mas é o que sinto.
Cada dia mais, tenho menos vontade de sair de casa, como mais, engordei mais, portanto.
Já chega, porque não quero ficar sentindo pena de mim mesma, vou fazer outras coisas. 

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Curiosidades



“A vida não é um lugar, mas uma viagem. Tudo está em fluxo, a vida flui.
Podemos morar sempre no mesmo número da rua, mas nunca é o mesmo homem que mora lá.
(Henry Ford)


Meu número favorito é o 21, estamos no século 21, por isso gosto de usar o regina_2121 em meus nicknames.
Minha palavra de vida é Lealdade, mas adoro "Sabedoria".
Meu prato preferido é arroz com camarão ao molho e salada de alface com legumes.
Prefiro frango a carne, gosto de peixe, mas tenho horror as espinhas.
Gosto muito de suco de frutas naturais, de vinho licoroso ou tinto suave e champagne.
Sou do signo de Touro e tenho como ascendente Peixes. O material e o espiritual em constantes conflitos.
Meu filme preferido é "Razão e Sensibilidade" (Jane Austen).



Meus sonhos:


  • ter um amigo(a) como aqueles dos filmes, que deixam de fazer as próprias coisas e vem passar um dia ou fim de semana com você: conversa, cozinha, dorme em sua casa e faz coisas divertidas;
  • ter um amor que me amasse pelo que sou e que permanecesse comigo, sendo meu companheiro em todas as horas;
  • ter uma irmã(o) com quem eu pudesse conversar sobre fraquezas e questões filosóficas e espirituais;
  • estar com meu amor próprio tão ativo a ponto de conseguir fazer uma dieta e eliminar os 30 kg que acumulei com minhas tristezas;
  • poder comer todas as coisas que gosto e não engordar um grama;
  • ter uma casa com um jardim grande e janelas de vidro, sem precisar me preocupar com segurança; podendo cultivar plantas, cavalgar, andar pelo pomar e entre as árvores;
  • morar no interior da Inglaterra ou França;
  • ter dinheiro suficiente para não me preocupar com ele e com as pessoas das quais gosto;
  • ter uma família harmoniosa, mesmo que não originalmente minha, com quem possa fazer as refeições e interagir;
  • ler para uma criança dormir;
  • rir até doer a barriga, numa brincadeira ao ar livre e com crianças;
  • ter minha mãe de volta e poder conversar, caminhar e me aninhar em seu colo;
  • conhecer muitos países, lugares bonitos, usufruir de boa comida, bebida e companhia;
  • ter saúde para aproveitar tudo isso;
  • ter sabedoria para ser grata pelas oportunidades que me forem dadas;
  • ter solidariedade para todos aqueles que cruzarem o meu caminho e necessitarem dela;
  • transmitir a importância do "por favor", "obrigada" e um sorriso, para todos que eu encontrar nesse trajeto, mas saber dizer "não" e criticar com educação e firmeza, quando necessário;
  • ser forte e não "parecer" ser forte;
  • voltar a ter fé na crença que mais se aproxima do que minha razão aceita;
  • ir embora em paz, quando meu corpo não permitir mais minha alma utilizá-lo;
  • nunca parar de ter desejos, por menor que eles sejam.






Sobre a dor






“A adversidade desperta em nós, capacidades que, em circustâncias
favoráveis, teriam ficado adormecidas."
(Horácio)


Hoje eu falo sobre dores. Aquelas que insistem em povoar nossos corações e mentes, sem que tenhamos chance de entendê-las sem sofrimento.
Eu falo daquelas dúvidas que teimosas, invadem nossas certezas e destroem nossos ideais. Daquilo que a gente pensou que não aconteceria conosco, porque dores assim, "só acontecem com os outros", porque nós tivemos a felicidade de encontrar o amor verdadeiro.
O que eu mais temo, são as conclusões precipitadas que nos assolam a alma, quando por alguma razão, esse telhado de vidro se quebra e o julgamento do sentimento do outro, das verdades do outro, pode estar incorrendo num outro erro.
"Mentir para si mesmo é sempre a pior mentira".
Quem não consegue lidar com os próprios sentimentos, faz o possível para mostrar-se amável e interessante para novos contatos, mas isso não quer dizer que não esteja sofrendo a perda como qualquer outra pessoa. Isso não quer dizer fortaleza, isso é fraqueza. E se assim for, agradeça, pois esse relacionamento é realmente uma barca furada. Há que se ter humildade para lidar com as dificuldades e pedir ajuda quando ela se faz necessária.
E ainda que fosse verdade, que a mentira prevaleceu sobre o que se considerou ser sincero, eis aí mais uma mostra de que a covardia é a marca dos fracos. Melhor a verdade que faz rever os erros, do que a mentira que provoca uma descrença na sinceridade do amor que se sente.
Mas uma coisa é certa, cuidado com os julgamentos, porque só a conversa face a face pode dar a verdade dos fatos, porque o texto aceita qualquer palavra, e as pessoas que não nos conhecem bem, podem se iludir com o que tentamos aparentar, mas quem conheceu uma pessoa na intimidade do seu ser, saberá se  é verdadeira ou falsa sua argumentação diante dos acontecimentos que nos afligem, a nós e a ela.
O sofrimento nos faz mais condescendentes e nos ensina a aceitar o fato de que ninguém é perfeito, mas que deve pesar mais na balança, as vivências positivas que um relacionamento traz. Portanto, se elas forem em maior quantidade que as negativas, é perfeitamente possível conviver com as diferenças e se utilizar de algo que está sendo descartado ultimamente: a tolerância. 
Eu ainda acredito no amor!

quinta-feira, 22 de julho de 2010

18 Janeiro De volta para Londres e a caminho de Lisboa


Saí do albergue às 8h, fui até o metrô e para ajudar, a estação Swiss Cottage estava com as escadas rolantes, para descer, em manutenção. A assistente tentou me alertar, mas eu não entendi. Ao passar pelo bloqueio, entendi e só me resou dizer “sorry”. Era o que eu podia dizer. Felizmente um gentil cavalheiro (coitado) se dispôs a me ajudar.
Como era horário de pico, tive que esperar um pouco, pois estava realmente difícil entrar em qualquer vagão.
Ao chegar à London Bridge Station, um longo caminho até a estação de trem que leva ao Luton Airport. Já eram 9h e o trem saía 9h06. Enfim, consegui o ticket e fui para a plataforma, mas o trem atrasou e saiu às 9h30. Tudo bem, meu voo era 11h50 e era bem mais que o tempo necessário.
O check-in abria às 9h20 e fechava às 11h30 e eu cheguei à estação às 11h, pois houve atraso também no trajeto. Com a pressão de entrar logo, errei a fila e fiquei na de Tel Aviv (indicada por um funcionário). Chegada a minha vez, a atendente me informou o erro, e ao sair da fila, o mesmo guichê abriu para Lisboa. Lá vamos nós. As outras filas eram quilométricas!
Tendo apresentado o número da reserva, que a atendente com má vontade olhou e me devolveu, foi pedido meu passaporte.
Daí ela me disse que estavam registradas duas malas e eu afirmei que já havia reservado a outra e pago pela internet. Qual foi a minha surpresa quando ela me disse que deveria pesar as malas e o resultado foi 22 e 23 kg (só poderia levar uma mala com 20 kg). Meio desapontada, disse que pagaria pelo peso extra, achando que eram apenas 5kg. Foi quando ela me disse que eu pagaria por 25 kg extras.
Mesmo afirmando que já havia pago pela segunda mala pela internet, fui novamente informada que o pagamento se referia apenas a segunda mala, não pelos kilos dentro dela. Já com dificuldades de compreender o que ela falava e pensando no atraso do voo, entendi que pagaria £25. Enfim, achei bem razoável, pois haviam me informado que seria bem mais caro no Aeroporto. Dei meu VTM e quando ela me deu o recibo, vi £250.00, mas com a pressa, deixei para verificar depois.
Só me dei conta mesmo, dentro do avião e fiquei estressada, pois essa quantia não estava no planejamento e se tivesse que pagar o mesmo na volta, não teria dinheiro até o final da viagem e meu voo de volta era só no dia 30, em Londres.
Ao chegar ao Aeroporto de Lisboa, fui checar se não teria havido um engano e o funcionário, agora falando português, disse que era aquilo mesmo e que na volta eu deveria trazer o máximo possível na bagagem de mão, assim sairia mais barato. O desespero então foi total.
Meio desorientada, peguei um táxi até o Hostel, pois não tinha informações de como chegar de ônibus e custou €12. Muito caro!
Em Portugal fiquei no Lisbon Poets Hostel – Rua Nova do Trindade, 2 – Chiado – Lisboa.
No Hostel fui muito bem atendida e após ter me instalado, tomei banho e pedi para lavar minha roupa (paguei €14 por duas lavagens completas – outro roubo!).
Como precisava comprar água, fui ao supermercado e aproveitei para conhecer um pouco a cidade. Não gostei, talvez influenciada pelos últimos acontecimentos.
Pelo computador do Hostel, deixei recado para minha filha, dizendo que chegara bem e que mais tarde falaria com ela. Infelizmente, esperando a segunda parte da minha roupa ser liberada, adormeci e acordei na terça-feira.
Tinha um canadense de Montreal que mora em Londres desde setembro de 2008 no meu quarto (que é misto) e que era muito educado, quando acordei.

Edinburgh - 17th January 2010


"Poucos acertam antes de errar." (Sêneca)

Uma observação antes de prosseguir com o dia 17 é que à noite, chegaram 3 meninas Belgas; a Bélgica é um país, para quem não sabe, onde se fala francês (oui!), então, arrumei minhas coisas, pois precisava sair cedinho, sem fazer barulho.
Fui embora já sentindo saudade, pois além de bonita e acolhedora, a cidade tem as pessoas mais simpáticas que conheci, até aquele momento.
Foi fácil encontrar um táxi e às 8h30 já estava na Edinburgh Waverly Station, onde fui informada que só poderia partir após às 11h30, pois meu bilhete era econômico (off peack).
Foram pontuais e em Preston, troquei de trem, voltando para Liverpool (quem sabe o Paul( ele mesmo, o MacCartney) tivesse sentido remorsos e ido me ver, né... não! Não!). De trem em trem cheguei até a Euston Station em Londres.
A viagem de volta foi muito mais bonita, pois sem neve a paisagem começou a se mostrar exuberante e tive a certeza de querer voltar a visitar estes lugares em outras estações do ano, por muitas vezes. Ah, como adoro viajar! Só faltou mesmo a fi (minha filha ou mesmo um amigo, ou um amor, para ficar mais completo!).
Achei um celular no trem e fui até a Virgin Trains resolver o problema da cobrnaça duplicada de Londres para Liverpool, e aproveitei para entregar o celular para uns fiscais que tentavam entender o que eu queria falar. Enfim, sái de lá com formulários, após meia hora de explicações e 3 pessoas tentando entender o meu problema, mas com as instruções da última moça que me atendeu, consegui providenciar tudo e enviei de Portugal para Londres, recebendo o montante quando já havia voltado ao Brasil, mas recebido, o que é mais importante.
Tivemos um atraso de 1h para chegar em Londres, então, meus pesos pesados (malas), passaram pela maratona de 3 linhas de metrô e algumas escadas (¬¬), quando finalmente consegui chegar ao Hostel às 20h.
Cansada demais, tomei banho, fiquei num quarto com 10 camas (quarto 111), mas sozinha (maravilha!) e tentei ajeitar as malas para a viagem no dia seguinte, pois não havia vôo disponível, de Edinburgh para Portugal ou mesmo de Liverpool. Eram 23h quando, exausta, fui dormir.
Acordei às 7h, arrumei o que faltava, avisei a filha que ainda estava viva e rumava para Portugal.





Que eu possa retornar à essas paragens e poder apreciá-las pelo menos uma vez mais em minha vida!
Foi a melhor experiência já vivida por mim, em termos de aventura!


quarta-feira, 21 de julho de 2010

Edinburgh - 15th and 16th January - Friday and Saturday







“Nosso caráter é um presságio de nosso destino, e quanto maior a integridade que temos, mais fácil e nobre este destino tem probabilidade de ser." (George Santayana)


Tomei café e saí com a intenção de conhecer a cidade de ônibus, depois voltar, ver e falar com a Alice.
O primeiro destino que encontrei foi o Aeroporto(35). Avistei uma Matalan (loja de roupas, já conhecida por mim em Londres), o Makro e várias casas com arquitetura belíssima, como tudo em Edinburgh. 
Comprei um calendário e tirei umas fotos.







Passei por uma Lan house, tirei extratos para resolver o problema a cobrança duplicada pela Virgin Train, reservei o vôo para Portugal por uma empresa chamada Easy Jet, reservei o Hostel para Londres e Portugal também.
Voltei pro Hostel, tomei um banho delicioso e reconfortante e fiquei falando com a filha. Que saudade!
Nem me lembrei de visitar o Lago Ness ou conhecer outros locais famosos por lá.
Uma coisa interessante em Edinburgh é que o ônibus custa £1.20, mas se a pessoa comprar o day ticket, por £3.00, pode utilizar quantos ônibus necessitar o dia todo.

Bom isso! Gostei!
No dia seguinte, fui ver o mar. Peguei o ônibus até o Ocean Terminal, vi um navio lindo e fiquei passeando num shopping chamado "Britannia" eu acho.


Resolvi então, comprar uma segunda mala, já que pensei que a Easy Jet cobraria apenas mais £9.00 por uma mala extra. Havia me excedido nas compras e estimei que a segunda ajudasse a carregar tudo de forma mais tranquila. (mal sabia o que estava por vir!).
Aproveitei e comprei uma balança (£5), dupla utilidade (pesar as malas e a dona). Comprei mais duas blusas no shopping, lanche para a viagem até Londres (6h).






Uma observação
que preciso colocar aqui, é sobre a qualidade dos ônibus. Não há degraus na subida, os bancos são confortáveis, há lugar para se colocar as compras, cinto para cadeira de rodas e carrinho de bebê. Nossos governantes na área de transportes poderiam se espelhar nessa maneira que deu certo.

E para finalizar, um amiguinho meio sapeca, cujo dono me permitiu tirar esta foto. Fofucho!

terça-feira, 20 de julho de 2010

The Edinburgh Castle - 14th January 2010

“Tudo no mundo é loucura, exceto a alegria." (Frederico, o Grande)


O Castelo é belíssimo, com uma vista fenomenal, muitos objetos de guerra, vestimentas, utensílios e uma ordem admirável. O interior não pode ser fotografado, mas a parte externa dá uma noção do que pudemos ver lá dentro.

















Amazing day!


Edinburgh - 14th January - Thursday

“Para viajar, basta existir." (fernando Pessoa)


Acordei, tomei café e saí para encontrar a Paula, que vinha de Glasgow para passar o dia em Edinburgh(Edimbrá, como eles dizem!).
Como ainda era cedo, 8h30, resolvi ir caminhando, sem pressa e fotografando o que me agradasse.





Nos encontramos, Paula e eu, às 10h e começamos a caminhar pela cidade. As Universidades são como nos filmes do Harry Potter, os alunos se vestem como os personagens também (saias pregueadas xadrez , ternos para os meninos e gravata para ambos). Lovely! s2
Visitamos o National Museum of Scotland (maravilhoso!), muitas informações sobre o desenvolvimento e a história do país. Encontrei até uma homenagem ao corredor de Fórmula 1 - Jackie Stewart.






 A visita ao Castelo merece uma postagem especial, então até breve!


segunda-feira, 19 de julho de 2010

De Liverpool para Edinburgh 13th January - Wednesday

“Os que crêem no impossível são mais felizes."(Eugenie de Guérin)


Lavanderia do Hostel

Cozinha de uso comum





Lennonliza

Lime Train Station in Liverpool





“Após ter tomado meu café da manhã e carregado todo aquele peso na bagagem de um modo estratégico, step by step e montá-las para a viagem, fui até a rua esperar por um táxi, já que o serviço continuava sobrecarregado e não poderiam mandar um para mim.
Nevava consideravelmente e após 15 min de espera, consegui um e cheguei a estação às 8h40, embora meu rem saísse somente às 10h57 e tive que congelar por algum tempo na estação, até descobrir um local de espera aquecido para clientes standard, como eu. Foram mais ou menos 1h de congelamento. As pernas começam a adormecer e a dor é realmente forte. Parece que nenhum agasalho é suficiente.
Quando chegou o horário, não vi nenhuma indicação de trem para Edimburgo, então, ao perguntar, fui informada que os trens obedeciam horários e não localidades e eu deveria achar o horário e estaria escrito Blackpool via Preston. Só não sabia que deveria descer em Preston para pegar outro para Liverpool. Inglês "fluente" dá nisso. My fault!
Subi num trem de dois vagões, ajeitei a bagagem e lá fomos nós. 
Li bastante o livro "A Cabana" e quando chegamos na tal Blackpool, desconfiei que algo estava errado e ao perguntar para um senhor mal-humorado, ele me indicou os fiscais, que me orientaram educamente que deveria voltar e descer em Preston. Eram 12h40 e o trem para Edinburgh sairia às 13h53. Deu tempo de voltar, almoçar e esperar pelo trem oportuno.



De Preston a Edinburgh foram 3h. A paisagem é maravilhosa, bastante áreas verdes, pastos para ovelhas, small towns, rios e pássaros. Picos montanhosos, branquinhos com a neve. O lugar é realmente lindo!


Ao chegar à estação, fiquei surpresa com o fato das pessoas saírem do trem e já encontrar no mesmo nível de solo, uma fila de taxistas, disponíveis para atendimento aos viajantes. Muito fácil!

Naquele paraíso, todos devem ser muito honestos, pois ninguém me pediu para mostrar os tickets, em nenhum momento de toda a viagem.
O motorista de táxi também foi amável e me levou ao Hostel, sem muita certeza do local. A simpatia deles é muito maior do que a dos inglêses, devo acrescentar.
No Hostel: BUDGET BACKPACKERS
37 COWGATE
EDINBURGH
fui bem recebida e orientada quanto aos procedimentos, horários e serviços oferecidos por eles. Meu quarto era o nº8, a Internet também custa caro, £1 por 30 min. O café da manhã custa £2, mas eles são tão simpáticos que nem dá para protestar. A cama é confortável, o quarto é misto, tem mini-cozinhas para cada 5 quartos, e o banheiro também é ótimo.
Após um banho reconfortante, fui dar uma volta pela cidade. Realmente é linda, aconchegante e dava para ver um pedaço do castelo do meu quarto.
Comprei água, chocolate e sopa, andei por uns 20 min e voltei, me troquei e fui dormir. Lá pelas 23h chegaram dois meninos canadenses com +/- 18 anos.